quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

P.L. Anos.

Chegou o tempo dos novos planos
dos novos enganos
dos novos sonhos.
Um tempo de se iludir,
Embebedar-se de esperanças
e 'ressaquiar-se' de desilusões.

Chegou aquele tempo de decisões
de dúvidas
de perguntas sem respostas
e respostas sem perguntas.
Um tempo de apenas sentir o que já não se sente,
Mas que ainda existe perdido nalgum infinito.

Chegou o tempo de dar tempo ao tempo
De parar as horas e viver os dias
Um tempo de dizer o que já foi dito
E de repetir o que nunca foi.

Chegou o tempo de ser o que já se é
De ser o que já se foi
E o que ainda será.

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